segunda-feira, 14 de março de 2011

Queria entregar-lhe os versos que escrevi
Ainda sob o céu estrelado que dizia
Ajudei meu coração a consentir
Mas nunca entendi a mensagem que transmitia


As palavras matam e fazem nascer
Julgam, elogiam, acusam-se e redimem-se
Fazem olhos chorar e boca querer
E o corpo, ah sim, o corpo atrever-se


Que a noite caia na cidade
Como as lágrimas caem de saudade
Junto com a névoa, flutua
Buscando minha felicidade


Quando sim achares que amas
Pega um espelho e olha para dentro
Dentro daquilo que não se vê
Mas dentro daquilo que exala você


Vê felicidade? Ou vês sofrimento?
Nem sempre o simples basta
Nem sempre com o bom me contento
Mas dentro do amor, dentro dele eu me perco...

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