quarta-feira, 13 de abril de 2011




Eu te defendi enquanto todos te crucificaram.
Te acolhi quando ninguém mais te queria.
Sorri, no momento que você só conhecia o ódio.
Fui teu abraço e o beijo da madrugada.
Fui sonhos, risos e confissões.
Com você aprendi a viver sem me importar com nada.
E agora, você não é nada mais que palavrões.
Comigo eu sei que você nunca se importava.
Mas o que restou então?
Você sempre me surpreende.
Mas agora atravessou as barreiras do coração.
Os erros guardados no meu sub consciente. 
E o teu nome naquele bilhete que rasguei.




Stephanie Cantisani

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